Férias da minha índole.

Decidi que ter consciência é trabalhoso, portanto como patricinhas falso-moralistas em festas da Barra eu uso uma desculpa para fazer merda por aí. No caso delas esse alibi é o álcool… no meu é a felicidade.

Há tempos que eu decidi que os outros não merecem tanta consideração quanto eu costumava dar. Ainda acho que muitos merecem, mas não aquela quantidade absurda que me fazia pagar interurbanos de horas para ouvir os problemas de pessoas que não sabiam nem meu nome inteiro. Agora a coisa mudou ainda mais, pois eu passo a ter espasmos aleatórios de falta de respeito. Assim como todo mundo tem, e continua sendo amado, procurado e respeitado… sabe? Pois. Agora eu vou cagar um pouco para os outros. Só de vez em quando, veja, esporádicamente.